
“Se quiseres, podes.”
Este é o grito de quem sofre, de quem se perdeu do aconchego da paz, de quem está só, a braços com a indiferença do mundo.
“Se quiseres, podes curar-me.” Naquele dia, foi o leproso, hoje, somos nós, doentes no corpo e na alma, com falta de luz, com falta de Deus.
E Jesus vem. E toca. E cura. Todos os dias, Ele vem, e toca e cura a nossa vida.
Seremos nós suficientemente agradecidos? Seremos capazes de nos ir mostrar ao mundo e dar testemunho da imensidade de milagres que existem na nossa vida?
Este é o grito de quem sofre, de quem se perdeu do aconchego da paz, de quem está só, a braços com a indiferença do mundo.
“Se quiseres, podes curar-me.” Naquele dia, foi o leproso, hoje, somos nós, doentes no corpo e na alma, com falta de luz, com falta de Deus.
E Jesus vem. E toca. E cura. Todos os dias, Ele vem, e toca e cura a nossa vida.
Seremos nós suficientemente agradecidos? Seremos capazes de nos ir mostrar ao mundo e dar testemunho da imensidade de milagres que existem na nossa vida?
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